Estamos de férias.
São as nossas primeiras férias a três.
Ando a estourar os últimos cartuchos, antes do regresso ao trabalho.
Para a semana retomo as lides blogueiras, até porque tenho de vir relatar o baptizado do bolachinha...
Até lá, vou só ali aptoveitar mais um pouquinho os meus dois homens...
sexta-feira, 23 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Olhem só!
O que chegou cá a casa hoje!! A prenda de batizado do padrinho!!! Yes, yes, yes!!
Já há uns tempos que a andava a namorar na Zara Home, e quando o padrinho pediu uma sugestão para o que oferecer (pois a roupinha foi a madrinha que ofereceu) nem hesitei!
É linda! É arranjadinha, amorosa e ocupa pouco espaço.
E que bem que fica na nossa cozinha!
O meu bolachinha lindo, lindo, lindo da mamã adorou estar lá sentado e brincar com as bolinhas!
Agora só falta ir escolher as almofadas.
Aqui está ela!
Tcharããããããããã:
Já há uns tempos que a andava a namorar na Zara Home, e quando o padrinho pediu uma sugestão para o que oferecer (pois a roupinha foi a madrinha que ofereceu) nem hesitei!
É linda! É arranjadinha, amorosa e ocupa pouco espaço.
E que bem que fica na nossa cozinha!
O meu bolachinha lindo, lindo, lindo da mamã adorou estar lá sentado e brincar com as bolinhas!
Agora só falta ir escolher as almofadas.
Aqui está ela!
Tcharããããããããã:
quarta-feira, 14 de março de 2012
I love U baby!!
Porquê que eu sou tããããããããããoooooooooooooooooo lamechas e desato logo na choradeira quando vejo anúncios destes??
terça-feira, 13 de março de 2012
E mais outro que também não tinha visto!
Um questionário, que a Mama Petra me desafiou a responder aqui no meu modesto blogue.
Cá vai:
- Qual o ultimo filme que viste?
Expiação. Deu no passado fim de semana, mas já o tinha visto no cinema.
- Último livro?
Milionário de Lisboa, de José Norton
- Quantos filhos queres ter?
Três. É a conta que Deus fez. A ver vamos...
- Comer em casa ou restaurante?
Adoro jantares fora de casa, e almoços em esplanadas nos fim de semana de sol.
- Vinho ou cerveja?
Vinho, de preferência tinto.
- Frio ou calor?
Não sei, gosto dos dois...
- Branco ou preto?
Branco. Até porque o meu marido não gosta de me ver vestida de escuro...
- Mini saia ou calções?
Mini saia
- Vestidos ou calças?
Gosto mais de vestidos, mas uso mais as calças!
- Biquini ou fato de banho?
Biquini. Vamos lá ver este Verão...
- Sonho por realizar?
Tenho muitos. Uns mais pessoais e sérios que outros.
Mas vou responder um que espero realizar em breve, que é perder o medo de atravessar o oceano de avião, e ir conhecer Nova Iorque.
Cá vai:
- Qual o ultimo filme que viste?
Expiação. Deu no passado fim de semana, mas já o tinha visto no cinema.
- Último livro?
Milionário de Lisboa, de José Norton
- Quantos filhos queres ter?
Três. É a conta que Deus fez. A ver vamos...
- Comer em casa ou restaurante?
Adoro jantares fora de casa, e almoços em esplanadas nos fim de semana de sol.
- Vinho ou cerveja?
Vinho, de preferência tinto.
- Frio ou calor?
Não sei, gosto dos dois...
- Branco ou preto?
Branco. Até porque o meu marido não gosta de me ver vestida de escuro...
- Mini saia ou calções?
Mini saia
- Vestidos ou calças?
Gosto mais de vestidos, mas uso mais as calças!
- Biquini ou fato de banho?
Biquini. Vamos lá ver este Verão...
- Sonho por realizar?
Tenho muitos. Uns mais pessoais e sérios que outros.
Mas vou responder um que espero realizar em breve, que é perder o medo de atravessar o oceano de avião, e ir conhecer Nova Iorque.
A nossa obra de arte
Sou tão dispaçarada que só agora me apercebi de um selinho que a Princesa me enviou!
E agora tenho de dizer o que para mim é arte...
E tenho a dizer-vos que, para mim, arte é, em alguns minutos, eu e o meu marido termos conseguido fazer uma obra tão perfeitinha quanto esta:
( Nota: a foto não é recente. É uma foto dos primeiros dias do meu bolachinha, quando ele ainda vestia zeros...)
E agora tenho de dizer o que para mim é arte...
E tenho a dizer-vos que, para mim, arte é, em alguns minutos, eu e o meu marido termos conseguido fazer uma obra tão perfeitinha quanto esta:
( Nota: a foto não é recente. É uma foto dos primeiros dias do meu bolachinha, quando ele ainda vestia zeros...)
segunda-feira, 12 de março de 2012
Perdeu-se...
... um lindo sapatinho.
É que eram mesmo lindos!... Já estavam a deixar de servir, mas queria tanto guardá-los de recordação ou para um irmãozinho do meu bolachinha...
E não é que fiquei mesmo triste por causa do raio do sapato??
É que eram mesmo lindos!... Já estavam a deixar de servir, mas queria tanto guardá-los de recordação ou para um irmãozinho do meu bolachinha...
E não é que fiquei mesmo triste por causa do raio do sapato??
quinta-feira, 8 de março de 2012
Já foste!
E hoje o meu lanche acabou de ser meia tabelete de chocolate com avelãs e passas.
E é isto.
Parece que não há solução à vista para os meus teimosos quilos extra.
(ainda por cima fiquei enjoada...baaaaaahhhhhhhhhh...)
E é isto.
Parece que não há solução à vista para os meus teimosos quilos extra.
(ainda por cima fiquei enjoada...baaaaaahhhhhhhhhh...)
Crianças adultas?
Tenho vindo a observar as crianças da família. Os seu hábitos. O seu desenvolvimento. A sua educação. As ideias das escolas que frequentam.
E quanto mais vejo e ouço, mais certezas tenho de que, hoje em dia, a maior parte das crianças tem muito pouco espaço e tempo para se divertirem. Culpa dos pais? Ou da pressão das pessoas à volta? Dos métodos praticados nas escolas?
Exige-se cada vez mais deles, e cada vez mais cedo.
Exige-se que com pouco mais de um ano eles já saibam dizer os nomes de todos os animaizinhos de um pequeno livro e que saiba dizer as cores em inglês.
Que com dois anos saibam pintar na perfeição e contar até mil.
Que com três anos saibam todas as capitais de distrito e que aos quatro já tragam trabalhos de casa.
E tudo isto me dá uma volta muito grande aos miolos. E ao estômago também.
A valorização das capacidades intelectuais das crianças está, na minha opinião, a tornar-se, em muitos casos, numa obcessão e a sobrepôr-se a tudo o resto.
Acredito piamente que com esta mentalidade só estamos a contribuir para o cansaço mental deles.
Tem de haver idades para tudo. Se andam num Jardim de Infância, é para serem infantis nesse jardim. Para cantarem, dançarem, correrem, treparem às árvores, jogarem à bola, saltarem ao elástico, e acima de tudo, saber inventar brincadeiras. Usarem a imaginação, a criatividade. Os míudos de hoje não sabem inventar.
Numa tarde destas últimas férias de Verão, em que quase toda a família passou uns dias no campo em Trás-os-Montes, dizia o meu marido, todo entusiasmado, a uns priminhos de 5 e 6 anos que pareciam estar a apanhar grande seca:
" Vamos fazer uma pista de caricas!!".
E eles ficaram de olhos arregalados a olhar para ele, como se, de repente, o meu marido se tivesse transformado num E.T. e acabado de aterrar ali. "Uma pista de caricas??? Como?Não sabemos!"
"Ora, entao puxem pela cabeça, inventem!"
Sem notar grande entusiasmo da parte deles, o meu marido insistiu: "Então, primeiro vamos procurar caricas no chão daquele caminho, e depois arranjar materiais para fazermos uma pista".
Silêncio.
"Oh não sabemos fazer isso. Nunca vi pistas feitas assim".
Fui eu (de barrigona) e o meu marido, que lhes montámos uma pista de caricas feitas de molas da roupa e pauzinhos. Eles adoraram. Brincaram toda a tarde naquilo.
Compramos ainda uma lixa e umas tintas, e foram eles que nos ajudaram a pintar de azul o baú dos brinquedos do quarto do meu bolachinha. Ah, e ainda os ensinamos a jogar dominó. E a assobiar.
Não é isto tão ou mais importante do que saber a tabuada aos 5 anos? Não deveriam também ensinar estas coisas na escola?
Eu sei que a sociedade exige que eles sejam inteligentes e cada vez mais competitivos.
Mas assusta-me pensar que o meu filho possa vir, também ele, a perder coisas tão belas que a infância tem.
Quero muito que ele cresça solto, que se suje na escola, que transpire quando jogar à bola, que goste de brincar, de imaginar, de inventar.
Tive o cuidado de escolher uma creche com um jardim enooooormeeee e cheio de árvores, e uma horta, e coelhinhos, e campo de futebol. Mais do que preocupar-me com o se as educadoras lá puxam por eles, interessa-me que tenha condições para ele dar umas corridas, para brincar ao ar livre.
Para ser feliz.
E quanto mais vejo e ouço, mais certezas tenho de que, hoje em dia, a maior parte das crianças tem muito pouco espaço e tempo para se divertirem. Culpa dos pais? Ou da pressão das pessoas à volta? Dos métodos praticados nas escolas?
Exige-se cada vez mais deles, e cada vez mais cedo.
Exige-se que com pouco mais de um ano eles já saibam dizer os nomes de todos os animaizinhos de um pequeno livro e que saiba dizer as cores em inglês.
Que com dois anos saibam pintar na perfeição e contar até mil.
Que com três anos saibam todas as capitais de distrito e que aos quatro já tragam trabalhos de casa.
E tudo isto me dá uma volta muito grande aos miolos. E ao estômago também.
A valorização das capacidades intelectuais das crianças está, na minha opinião, a tornar-se, em muitos casos, numa obcessão e a sobrepôr-se a tudo o resto.
Acredito piamente que com esta mentalidade só estamos a contribuir para o cansaço mental deles.
Tem de haver idades para tudo. Se andam num Jardim de Infância, é para serem infantis nesse jardim. Para cantarem, dançarem, correrem, treparem às árvores, jogarem à bola, saltarem ao elástico, e acima de tudo, saber inventar brincadeiras. Usarem a imaginação, a criatividade. Os míudos de hoje não sabem inventar.
Numa tarde destas últimas férias de Verão, em que quase toda a família passou uns dias no campo em Trás-os-Montes, dizia o meu marido, todo entusiasmado, a uns priminhos de 5 e 6 anos que pareciam estar a apanhar grande seca:
" Vamos fazer uma pista de caricas!!".
E eles ficaram de olhos arregalados a olhar para ele, como se, de repente, o meu marido se tivesse transformado num E.T. e acabado de aterrar ali. "Uma pista de caricas??? Como?Não sabemos!"
"Ora, entao puxem pela cabeça, inventem!"
Sem notar grande entusiasmo da parte deles, o meu marido insistiu: "Então, primeiro vamos procurar caricas no chão daquele caminho, e depois arranjar materiais para fazermos uma pista".
Silêncio.
"Oh não sabemos fazer isso. Nunca vi pistas feitas assim".
Fui eu (de barrigona) e o meu marido, que lhes montámos uma pista de caricas feitas de molas da roupa e pauzinhos. Eles adoraram. Brincaram toda a tarde naquilo.
Compramos ainda uma lixa e umas tintas, e foram eles que nos ajudaram a pintar de azul o baú dos brinquedos do quarto do meu bolachinha. Ah, e ainda os ensinamos a jogar dominó. E a assobiar.
Não é isto tão ou mais importante do que saber a tabuada aos 5 anos? Não deveriam também ensinar estas coisas na escola?
Eu sei que a sociedade exige que eles sejam inteligentes e cada vez mais competitivos.
Mas assusta-me pensar que o meu filho possa vir, também ele, a perder coisas tão belas que a infância tem.
Quero muito que ele cresça solto, que se suje na escola, que transpire quando jogar à bola, que goste de brincar, de imaginar, de inventar.
Tive o cuidado de escolher uma creche com um jardim enooooormeeee e cheio de árvores, e uma horta, e coelhinhos, e campo de futebol. Mais do que preocupar-me com o se as educadoras lá puxam por eles, interessa-me que tenha condições para ele dar umas corridas, para brincar ao ar livre.
Para ser feliz.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Ainda os preparativos para o baptizado
Eu sei que já falta pouco. Menos de duas semanas. Mas isto lá vai. Lentamente, mas vai. Não tenho grande pachorra para organizações de eventos, confesso. E ainda para mais quando o evento está longe de ser o que eu imaginava. Preferia algo mais pequenino, mais íntimo, mais calmo. Pais, padrinhos e avós e o assunto ficava arrumado. Em vez disso, vamos ter uma festa de arromba para 70 pessoas!!! Mas é tradição na família... Aos baptizados vai na mesma toda a gente. Ou quase toda.
Adiante.
Já falamos com o padre, mas ainda estamos à espera do papel que ele tem de passar para que o nosso bolachinha possa ser baptizado noutra freguesia... Vamos lá ver se é hoje que o consigo.
Também já escolhemos o sítio para o almoço. E já me arrependi de ter dito que era um almoço para um baptizado. Fiquei com a sensação que por ter dito a palavra baptizado eles somaram logo mais uns euros por pessoa... Enfim, tivesse eu pensado nisso antes. A ementa também já ficou decidida.
Não fiz convites. Telefonamos às pessoas. (afinal isto é um baptizado, não é um casamento- embora pareça - e há que simplificar).
As mesas também já estão feitas e são 7. Não ia escolher tema nenhum; acho que nos baptizados é desnecessário. Mas depois pensei que me facilitava a vida dar um nome às mesas, para os convidados identificarem mais facilmente os seus lugares. Por isso, aceito sugestões, pois ainda não sei como fazer.
O bolo ainda está em águas de bacalhau. A ver se este fim de semana penso nisso e decido, sem falta.
A minha indumentária...ainda anda em fase de construção. Comprei um vestido na Máximo Dutti. É simples mas eu gostei de me ver com ele.Vai haver de certeza quem o vá achar simples de mais para ser usado pela mãe do "noivo", mas é assim que me sinto bem, pois não vou a nenhuma entrega de globos de ouro, e já que a festa não pôde ser discreta, vou eu ser discreta.Mas sempre elegante. Ponto.
É bem mais bonito ao vivo, e com outro tipo de calçado. E, modéstia à parte, fica-me bem melhor a mim, que apesar de ainda estar em fase roliça, tenho umas pernas mais jeitosas.
Falta-me tudo o restante: casaco, calçado, carteira, acessórios... Estou adiantadíssima, como podem ver. E também para a minha toilette aceito sugestões.
Adiante.
Já falamos com o padre, mas ainda estamos à espera do papel que ele tem de passar para que o nosso bolachinha possa ser baptizado noutra freguesia... Vamos lá ver se é hoje que o consigo.
Também já escolhemos o sítio para o almoço. E já me arrependi de ter dito que era um almoço para um baptizado. Fiquei com a sensação que por ter dito a palavra baptizado eles somaram logo mais uns euros por pessoa... Enfim, tivesse eu pensado nisso antes. A ementa também já ficou decidida.
Não fiz convites. Telefonamos às pessoas. (afinal isto é um baptizado, não é um casamento- embora pareça - e há que simplificar).
As mesas também já estão feitas e são 7. Não ia escolher tema nenhum; acho que nos baptizados é desnecessário. Mas depois pensei que me facilitava a vida dar um nome às mesas, para os convidados identificarem mais facilmente os seus lugares. Por isso, aceito sugestões, pois ainda não sei como fazer.
O bolo ainda está em águas de bacalhau. A ver se este fim de semana penso nisso e decido, sem falta.
A minha indumentária...ainda anda em fase de construção. Comprei um vestido na Máximo Dutti. É simples mas eu gostei de me ver com ele.Vai haver de certeza quem o vá achar simples de mais para ser usado pela mãe do "noivo", mas é assim que me sinto bem, pois não vou a nenhuma entrega de globos de ouro, e já que a festa não pôde ser discreta, vou eu ser discreta.Mas sempre elegante. Ponto.
É bem mais bonito ao vivo, e com outro tipo de calçado. E, modéstia à parte, fica-me bem melhor a mim, que apesar de ainda estar em fase roliça, tenho umas pernas mais jeitosas.
Falta-me tudo o restante: casaco, calçado, carteira, acessórios... Estou adiantadíssima, como podem ver. E também para a minha toilette aceito sugestões.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Gu Gu, Dá Dá
Ultimamente o meu bolachinha (à sua maneira, claro!) fala e fala e fala sem parar, durante TODO o santo dia. E toda a gente acha um piadão à sua nova habilidade.
Fala com a mãe, com o pai, com os avós, com a tia, com os primos, com a chupeta, com as mãos e os pés, com o cinto da coque, com o coelho Ranhoso e com qualquer outro boneco que lhe venha parar ao colo. Não é muito selectivo, portanto...
Tudo muito giro, não fosse a conversa prolongar-se noite dentro...
Esta última noite então foi para esquecer. Acordou uma boa meia dúzia de vezes (NO MíNIMO!!) para pôr a conversa em dia com as pintas dos lençóis.
E eu quase a arrancar os cabelos...
O que vale, no meio destas andanças nocturnas, é que sempre que eu e o pai lá chegávamos, bastava tirar-lhe das mãos os lençóis amarrotados e ensopados de baba, deitá-lo de lado, pôr-lhe a chupeta, aconchegá-lo até às orelhas, e ele voltava logo ao seu sono.
Só que por muito pouco tempo...
Dali a 1 hora os intercomunicadores voltavam a entoar (alto demais àquela hora...) a tagarelice do senhor bolachinha e das suas amigas pintas.
Fala com a mãe, com o pai, com os avós, com a tia, com os primos, com a chupeta, com as mãos e os pés, com o cinto da coque, com o coelho Ranhoso e com qualquer outro boneco que lhe venha parar ao colo. Não é muito selectivo, portanto...
Tudo muito giro, não fosse a conversa prolongar-se noite dentro...
Esta última noite então foi para esquecer. Acordou uma boa meia dúzia de vezes (NO MíNIMO!!) para pôr a conversa em dia com as pintas dos lençóis.
E eu quase a arrancar os cabelos...
O que vale, no meio destas andanças nocturnas, é que sempre que eu e o pai lá chegávamos, bastava tirar-lhe das mãos os lençóis amarrotados e ensopados de baba, deitá-lo de lado, pôr-lhe a chupeta, aconchegá-lo até às orelhas, e ele voltava logo ao seu sono.
Só que por muito pouco tempo...
Dali a 1 hora os intercomunicadores voltavam a entoar (alto demais àquela hora...) a tagarelice do senhor bolachinha e das suas amigas pintas.
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