sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Está tudo com as maleitas

Marido constipado e cheio de dores de cabeça.
Euzinha entupida até aos jólhos!
Mafaldinha, tão pequenina, tadinha, e já toda ranhosa e remelada.
E o meu Joãozinho, meu rico filho, cheio de tosse, de ranho e de febre. 

E hoje, após uma noite maravilhosa -NOT!!! - levo com um bónus de uma bela dor de cabeça e dois filhos rabugentos e doentinhos em casa todo o dia...
Falta muito pró Verão????????

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Quando a conversa são "mamas"

meio mundo corre logo para botar faladura. E eu cá não gosto de ser excepção.

Estar de licença de maternidade dá-me algum tempo livre enquanto o mais velho está na escola. E por isso tenho passado algum tempo pelas redes sociais, principalmente enquanto dou de mamar à criança, que é para evitar também que adormeça em cima dela. Maneiras que tenho lido tudo o que é notícia e crónica desse facebook. Hoje o DN postou uma história de uma mãe indignada porque a obrigaram a tapar-se com um guardanapo enquanto amamentava o filho num hotel em Londres. E eu juro que não percebo tamanha indignação. 
Amamentei o João e agora a Mafalda também. Mas nunca senti necessidade de expôr o momento em público. Mesmo em minha casa, se estavam lá visitas e era hora de mamar, recolhíamos as duas aos nossos aposentos por uns minutos enquanto a criança matava a fome. Não é nada difícil gerir os horários em que eles têm que mamar com o resto das nossas rotinas fora de casa. Já experimentaram?? Além disso, qualquer chafarica hoje em dia tem um recanto para dar de mamar. Sim, dar de mamar é um acto natural, é verdade. Mas podem-no fazer sem exibicionismos e sem obrigarem os outros a levar com isso em qualquer circunstância. Aqui há dias, ainda grávida, estava num café com o meu marido e filho a tomar o pequeno almoço. Na mesa mesmo em frente senta-se outro casal com um bebé e mal abancam, ela saca da mama e vamos a isto. E nós a beber o nosso galão e a saborear a nossa torrada enquanto tínhamos de assistir à cena. Eu dou de mamar antes de sair de casa. Mas se por uma qualquer razão não tivesse sido possível, também me resguardava com um pano, uma fralda. A senhora da história em questão, já que estava hospedada no hotel, podia muito bem ter ido até ao quarto dar de mamar. Não precisava de ser à mesa. Ninguém tem de levar com as mamas das outras enquanto come. É uma questão de respeito por quem está à nossa volta. De resguardo do nosso corpo e desse momento que tem tanto de natural como de íntimo. Há coisas que eu faço com o meu marido que também são assim muito naturais e não é por isso que as andamos a fazer para aí onde calha.