Já foi muio bom termos a família toda à mesa, com muita saúde, boa comida (as rabanadas estavam deliciosas!) e ainda a boa nova de mais um priminho -ou priminha!- que dentro de meses se juntará a nós.
Mas a maior alegria de todas foi ter a minha mãe, como sempre a tive nestes dias, com força e saúde, a comandar as tropas na cozinha (ninguém sabe fazer uma açorda de polvo assim), a preparar tudo para nos sentirmos acolhidos e confortáveis, a cumprir a sua função de ajudante de Pai Natal a que sempre nos habituou, de barrete enfiado, na distribuição dos presentes. Quando há uns tempos atrás a vi tão doente, cheguei a pensar neste Natal, em como ia ser. E graças a Deus foi um Natal feliz, igual a todos os outros que temos tido.
Graças a Deus e a ela, que é uma lutadora.



Um comentário:
É o tipico, no fim acaba tudo em bem... Ainda bem que assim foi! Um beijinho enorme para vocês
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