Sempre que o tempo me deixa ficar uns minutos a apreciá-lo no seu sono tranquilo, acabo com pensamentos melosos.
Hoje dei por mim a pensar no futuro dele e a imaginá-lo daqui por uns anos, já homem feito.
O que será que ele vai querer ser?
É tema que não me apoquenta, mas assim que dei por mim a pensar no assunto, fiquei curiosa.
Não acho que vá ser uma mãe obececada com as notas dele. Nem acho que me desse o treco se um dia ele me dissesse que não queria ir para a faculdade.
Respeito quem o faça. Eu mesma tive uma mãe exigente. Sempre me deu tudo e todas as condições para eu ser óptima aluna. E eu assim fui. Sempre. Aos 20 anos já tinha um canudo na mão e comecei a trabalhar.
Se isso foi o melhor para mim? Não sei.
Hoje com 28 anos tenho duas licenciaturas e não acho que isso me tenha dado uma vida profissional melhor do que a quem nenhuma tirou. Depende dos casos e dos pontos de vista. E depende da sorte, também.
Olho para ele e penso que não gostava mesmo nada de mudar a minha maneira de pensar daqui por uns anos, quando ele andar na escola.
Mas a única certeza que neste momento tenho é que quero que ele seja feliz, que se sinta realizado, que faça apenas algo que goste e que lhe dê verdadeiramente prazer, mas que tenha sempre brio e que ambicione ser bom na profissão que escolher, seja de juíz, carpinteiro ou jogador de rugby. Isso sim, é o que realmente importa.
4 comentários:
adorei este post pois penso exatamente assim tb.
Adorei...
O futuro dos nossos filhos é sempre uma incógnita que nos assusta um pouco, mas connosco ao lado deles as ameaças são menores! :)
E, por falar em filhos pequenos, mas numa vertente mais prática, venho convidá-la a conhecer o Coelhinho Pompom, onde exponho as minhas criações para bebé e criança. Dê uma espreitadela - quem sabe se aparece por lá alguma coisa de que goste? É aqui:
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Um beijinho
Adoro este texto.
Podia ser escrito por mim.
Espero tb que a vida lhes seja amiga.
Beijo enorme*
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