Bem-vindas, minhas queridas, minhas fofas, minhas amigas adoradas!!!
Bem-vindas de novo a esta minha vida de corre-corre tão necessitada da vossa companhia!!!
Sois vós o verdadeiro motivo da minha boa disposição!! (e não o vídeo parolo da Fanny).
15 days more! Oh yeah!
domingo, 12 de agosto de 2012
sábado, 11 de agosto de 2012
Mas o que é isto?????
E se ontem fui para a cama com uma grande neura............
....hoje vou para a cama com uma grande barrigada de riso!!!
Ah ah ah ah ah ah ah!!
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Birras das grandes
O senhor bolachinha agora acha que já tem voto na matéria e toca de armar grandes birras sempre que tem de viajar na cadeirinha do carro.
Chora, grita, estica-se, tosse, engasga-se, fica vermelho, transpira, e tudo o mais que consigam imaginar.
Tanto faz ir na cadeirinha A como na B, virado para trás ou para a frente ou a fazer o pino, de carro, de jipe ou de burro. A choradeira é de tal ordem, que chega a durar a viagem toda, e nem com o último recurso de, em desespero de causa, eu passar para o banco de trás, a coisa abranda.
E assim aconteceu hoje. Again.
1 hora inteirinha de viagem com esta música sinfónica.
Por isso agora vou FINALMENTE domir.
Acho que já mereço.
Chora, grita, estica-se, tosse, engasga-se, fica vermelho, transpira, e tudo o mais que consigam imaginar.
Tanto faz ir na cadeirinha A como na B, virado para trás ou para a frente ou a fazer o pino, de carro, de jipe ou de burro. A choradeira é de tal ordem, que chega a durar a viagem toda, e nem com o último recurso de, em desespero de causa, eu passar para o banco de trás, a coisa abranda.
E assim aconteceu hoje. Again.
1 hora inteirinha de viagem com esta música sinfónica.
Por isso agora vou FINALMENTE domir.
Acho que já mereço.
O meu jardim encantado
Nunca fui grande especialista a cuidar de flores e plantas.
A bem dizer, duas semaninhas era a esperança media de vida de qualquer vaso com flores que eu trazia cá para casa.
Mas agora parece que, finalmente, elas aprenderam a gostar de viver aqui.
A bem dizer, duas semaninhas era a esperança media de vida de qualquer vaso com flores que eu trazia cá para casa.
Mas agora parece que, finalmente, elas aprenderam a gostar de viver aqui.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Hoje deixo aqui uma boa leitura
<< As mães que deixam os pais serem pais
"Avó, avó, bonito!, pai deu". A Madalena puxa a t-shirt para me mostrar mais de perto as risquinhas da camisola. A Carminho aproxima-se com igual entusiasmo, aponta para a dela e diz "Pai vestiu a Minho!". Sento-me no chão com as minhas netas nos joelhos, tão crescidas com quase dois anos, e maravilho-me com as frases completas, e maravilho-me, pela milionésima vez, com o que os pais mudaram.
O meu pai não comprava roupa para os filhos, e muito menos os vestia. Contava histórias, depois do banho tomado, e era O Pai, com toda a autoridade que o nome lhe conferia, mas era invisível nas tarefas diárias. Levava-nos a fazer piqueniques, a subir às rochas, ensinava-nos os nomes das flores, mas não lhe passaria pela cabeça, nem na dele, nem na de ninguém que levasse os filhos ao médico ou à escola, onde apesar de lá termos andado os oito, nunca pôs os pés. O pai trabalhava para sustentar a família e quando chegava a casa tinha direito à sua sesta antes de jantar, e nós andávamos em bicos de pés para não o perturbarmos.
Hoje os pais, ou pelo menos os bons pais, são pais a partir da primeira ecografia, são os primeiros a pegar nos seus recém-nascidos e são eles que os passam, ainda na sala de partos, para o colo das mães. Se não amamentam, arrotam e adormecem os seus bebés, mudam-lhes as fraldas sem protestos, dão-lhes banho e de comer, são vistos nas salas de espera dos pediatras e conhecem todas as aplicações para iphones e ipads da área da puericultura, da pedagogia e de sei lá mais o quê. As mães confiam neles ao ponto de os deixarem com os seus bebés e, se tiverem que viajar em trabalho, já não pedem à mãe que lhes fique com os filhos (e com o marido!), nem à sogra que se mude lá para casa, por muito que uma e outra a assustem dizendo que o rapaz não é capaz de dar conta do recado.
E se ser um pai assim até pode ter começado como uma imposição das queridas esposas, desesperadas por lhes cair tudo em cima, depressa aconteceu o que se esperava - os pais descobriram porque é que as mães gostavam de ser mães. Mais próximos, viciaram-se no cheiro de bebé, perceberam como é fascinante vê-los crescer, como nos toca o abraço apertado que nos dão quando os tiramos do berço, a urgência com que nos pedem beijinhos num dódói e a forma ardilosa e mágica com que nos fazem seus para sempre.
Mas embora admire profundamente estes pais, a verdade é que tiro o chapéu às mães que deixam que os pais sejam pais. Na constância de uma relação, ou mais difícil ainda depois de uma rutura, ser capaz de ceder o controlo sobre os filhos, vencer o conflito interior que provoca o receio de deixar de ser a pessoa mais importante, mais insubstituível nas suas vidas, não é fácil. Nada fácil. Mas ao serem capazes de se superarem a si mesmas, prestam um enorme serviço aos filhos, tão grande como o seu amor por eles. E só por isso, serão para sempre donas dos seus corações. >>
"Avó, avó, bonito!, pai deu". A Madalena puxa a t-shirt para me mostrar mais de perto as risquinhas da camisola. A Carminho aproxima-se com igual entusiasmo, aponta para a dela e diz "Pai vestiu a Minho!". Sento-me no chão com as minhas netas nos joelhos, tão crescidas com quase dois anos, e maravilho-me com as frases completas, e maravilho-me, pela milionésima vez, com o que os pais mudaram.
O meu pai não comprava roupa para os filhos, e muito menos os vestia. Contava histórias, depois do banho tomado, e era O Pai, com toda a autoridade que o nome lhe conferia, mas era invisível nas tarefas diárias. Levava-nos a fazer piqueniques, a subir às rochas, ensinava-nos os nomes das flores, mas não lhe passaria pela cabeça, nem na dele, nem na de ninguém que levasse os filhos ao médico ou à escola, onde apesar de lá termos andado os oito, nunca pôs os pés. O pai trabalhava para sustentar a família e quando chegava a casa tinha direito à sua sesta antes de jantar, e nós andávamos em bicos de pés para não o perturbarmos.
Hoje os pais, ou pelo menos os bons pais, são pais a partir da primeira ecografia, são os primeiros a pegar nos seus recém-nascidos e são eles que os passam, ainda na sala de partos, para o colo das mães. Se não amamentam, arrotam e adormecem os seus bebés, mudam-lhes as fraldas sem protestos, dão-lhes banho e de comer, são vistos nas salas de espera dos pediatras e conhecem todas as aplicações para iphones e ipads da área da puericultura, da pedagogia e de sei lá mais o quê. As mães confiam neles ao ponto de os deixarem com os seus bebés e, se tiverem que viajar em trabalho, já não pedem à mãe que lhes fique com os filhos (e com o marido!), nem à sogra que se mude lá para casa, por muito que uma e outra a assustem dizendo que o rapaz não é capaz de dar conta do recado.
E se ser um pai assim até pode ter começado como uma imposição das queridas esposas, desesperadas por lhes cair tudo em cima, depressa aconteceu o que se esperava - os pais descobriram porque é que as mães gostavam de ser mães. Mais próximos, viciaram-se no cheiro de bebé, perceberam como é fascinante vê-los crescer, como nos toca o abraço apertado que nos dão quando os tiramos do berço, a urgência com que nos pedem beijinhos num dódói e a forma ardilosa e mágica com que nos fazem seus para sempre.
Mas embora admire profundamente estes pais, a verdade é que tiro o chapéu às mães que deixam que os pais sejam pais. Na constância de uma relação, ou mais difícil ainda depois de uma rutura, ser capaz de ceder o controlo sobre os filhos, vencer o conflito interior que provoca o receio de deixar de ser a pessoa mais importante, mais insubstituível nas suas vidas, não é fácil. Nada fácil. Mas ao serem capazes de se superarem a si mesmas, prestam um enorme serviço aos filhos, tão grande como o seu amor por eles. E só por isso, serão para sempre donas dos seus corações. >>
Por:
Isabel Stilwell
domingo, 5 de agosto de 2012
E sai mais uma marcha
Muito se marcha neste país à beira mar plantado.
Agora até pela amamentação tem de haver uma marcha.
Não tarda vamos ter um record para o Guinness da mulher que conseguiu amamentar o filho durante mais tempo.
A sério, apesar de ter sido apenas por 4 meses, eu adorei MESMO amamentar. E se mais filhos tiver, a mais filhos tenciono dar de mamar.
Mas estes fundamentalismos e radicalismos em torno de temas como a amamentação, os partos normais, as epidurais, os partos humanizados, e "ai que eu sou contra as cesarianas" e "mãe a sério só se pariu de parto normal" e blá, blá, blá, blá, blá, irritam-me profundamente.
Quem quer dar de mamar, força. Quem não quer, não dê. Ponto.
Agora, uma marcha??????? Really??
Agora até pela amamentação tem de haver uma marcha.
Não tarda vamos ter um record para o Guinness da mulher que conseguiu amamentar o filho durante mais tempo.
A sério, apesar de ter sido apenas por 4 meses, eu adorei MESMO amamentar. E se mais filhos tiver, a mais filhos tenciono dar de mamar.
Mas estes fundamentalismos e radicalismos em torno de temas como a amamentação, os partos normais, as epidurais, os partos humanizados, e "ai que eu sou contra as cesarianas" e "mãe a sério só se pariu de parto normal" e blá, blá, blá, blá, blá, irritam-me profundamente.
Quem quer dar de mamar, força. Quem não quer, não dê. Ponto.
Agora, uma marcha??????? Really??
sábado, 4 de agosto de 2012
Estou feliz, feliz, feliz!!!
Recebi uma notícia m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a de alguém próximo, que me deixou super, mega, hiper feliz e contente e histérica e sei lá mais o quê!!
Só sei que fiquei tão feliz por eles como se fosse connosco!
E por isso, do fundo do coração, aqui estou eu a torcer para que tudo corra muito, muito bem!!!
(E eu sei que vai correr, siiiiiiiiiiiiiiimmmmmmmm!!!!!!!)
Só sei que fiquei tão feliz por eles como se fosse connosco!
E por isso, do fundo do coração, aqui estou eu a torcer para que tudo corra muito, muito bem!!!
(E eu sei que vai correr, siiiiiiiiiiiiiiimmmmmmmm!!!!!!!)
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Biquini? Nãããããã!!
Tranquilizem-se.
Não vou contribuir para as estatísticas dos cachalotes que insistem em passear à beira mar as suas gorduras extra em reduzidos biquinis.
Este ano, as minhas formas roliças vão bem tapadas e aconchegadas dentro de um fato de banho.
Passei pela Women Secret e dei de caras com um letreiro que chamava por mim: NOVA LINHA W'SHAPE - FATOS DE BANHO ADELGAÇANTES.
E lá me decidi pelo último. Não morro de amores por ele, mas é um querido porque me deixa compostinha! :-)
Não vou contribuir para as estatísticas dos cachalotes que insistem em passear à beira mar as suas gorduras extra em reduzidos biquinis.
Este ano, as minhas formas roliças vão bem tapadas e aconchegadas dentro de um fato de banho.
Passei pela Women Secret e dei de caras com um letreiro que chamava por mim: NOVA LINHA W'SHAPE - FATOS DE BANHO ADELGAÇANTES.
E lá me decidi pelo último. Não morro de amores por ele, mas é um querido porque me deixa compostinha! :-)
Fiquei
- satisfeita porque aproveitei, sem contar, 15% de desconto no El Corte Inglês na farda do colégio.
- de lágrima no canto do olho quando o vi vestido com a dita roupa...
Já falta tão pouco...!
- de lágrima no canto do olho quando o vi vestido com a dita roupa...
Já falta tão pouco...!
Pele atópica
Hoje passei para deixar uma dica.
O nosso bolachinha teve uma febre por volta dos 9 meses, e quando desapareceu, vieram umas pintas. Pintas essas que, quando se foram, deixaram umas borbulhinhas pequenas e a pele dele muito seca. Com o passar do tempo, notámos que o couro cabeludo dele começou a secar também (parecia que tinha caspa) e havia dias em que as borbulhas eram mais intensas, mais vermelhas, formando eczemas e aparecendo em maior quantidade na cara, pescoço, peito e axilas.
Marcámos consulta com o pediatra, que nos disse que era pele atópica. Parece que cada vez há mais casos desses em bebés e que é mais comum em bebés branquinhos, de cabelo e olhos claros.
Bem, isto tudo para dizer que já andava desesperada com a irritabilidade que a comichão lhe dava (ele até andava a dormir mal) e com o facto de não encontrar creme nenhum que lhe desse algum alívio.
Depois de várias tentativas, e aconselhada pelo pediatra e por algumas amigas, experimentei esta combinação milagrosa:
O nosso bolachinha teve uma febre por volta dos 9 meses, e quando desapareceu, vieram umas pintas. Pintas essas que, quando se foram, deixaram umas borbulhinhas pequenas e a pele dele muito seca. Com o passar do tempo, notámos que o couro cabeludo dele começou a secar também (parecia que tinha caspa) e havia dias em que as borbulhas eram mais intensas, mais vermelhas, formando eczemas e aparecendo em maior quantidade na cara, pescoço, peito e axilas.
Marcámos consulta com o pediatra, que nos disse que era pele atópica. Parece que cada vez há mais casos desses em bebés e que é mais comum em bebés branquinhos, de cabelo e olhos claros.
Bem, isto tudo para dizer que já andava desesperada com a irritabilidade que a comichão lhe dava (ele até andava a dormir mal) e com o facto de não encontrar creme nenhum que lhe desse algum alívio.
Depois de várias tentativas, e aconselhada pelo pediatra e por algumas amigas, experimentei esta combinação milagrosa:
Estas são umas saquetas com um pó para deitar no banho. Usei a embalagem toda, mas a meio da embalagem já ele estava quase sem nada! Foi-me aconselhado pela minha querida amiga Magui e também por uma prima do meu marido que tem um filhote com o mesmo problema, e realmente, só com isto, já notei uma diferença incrível! Claro que não tem aquele cheirinho a gel de banho de bebé, mas nota-se logo diferença ao fim de 2/3 dias de uso.
Para hidratar o corpo à noite depois do banho e de manhã antes de o arranjar.
Segundo o pediatra, o mais importante em bebés com pele atópica é manter a pele sempre muito hidratada.
Para hidratar a cara, três vezes ao dia.
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