quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
O meu menino grande
Tem coisas mesmo de rapaz. Gosta de carros, de futebol, de pistas de comboios, de subir o escorrega ao contrário e de o descer quase a voar. Gosta de se atirar de cabeça do sofá. Delira com as brincadeiras dos primos mais velhos, fica eufórico só de andar com eles aos encontrões, a fazer corridas e a caírem em cima uns dos outros. Pedala a grande velocidade no seu triciclo e acelera a fundo na trotinete.
Já se entretém muito sozinho, o que nos dá (finalmente!!) alguns momentos de sossego. Faz puzzles, pinta e inventa receitas na sua cozinha nova.
Come sozinho, porta-se bem nos restaurantes, e gosta de conversar à mesa como um menino crescido. Faz muita companhia.
É muito bem disposto, sempre de sorriso na cara. E isso anima-me os dias.
Tem os olhos grandes, azuis, expressivos. É muito meigo, diz "a mamã é fofinha" e "gosto dos olhos da mamã, e do cabelo da mamã, e do nariz da mamã", dá-me abraços apertados, e beijos! muitos beijos!!
Cresceu mesmo, o meu menino. E é um encanto, um consolo, uma felicidade imensa vê-lo crescer assim feliz, solto, espevitado.
Hoje estou lamechas.
É que amanhã faço 30 anos.
E não sei se hei-de rir ou chorar.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Constatações matinais
- Pois têm João. E a mamã?
- A mamã tem umbigo!!
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Os gostos peculiares do meu marido e suas deixas românticas
Nós, a ver e a rir daquela foto que circulou ontem onde estavam Ronaldo e Messi sentados com as suas respectivas:
Ele - a mulher do Messi é bem mais interessante que a Irina.
Eu - achas??
Ele - sim.
Eu - porquê?
Ele - gosto mais de mulheres assim, com um ar mais latino, mais coxa grossa, como tu.
Eu - ?!¥%\£!!|*%??#¥|!!!!!!!!
domingo, 12 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Tem dias
Tem dias em que o sono nos tolda o juízo. A todos cá em casa, sem excepção. As noites mal dormidas têm-se repetido por aqui. Parece que são pesadelos. Sonha com coisas estranhas e depois acorda a falar delas. Ou porque quer que lhe acenda a luz, ou porque anda um crocodilo lá no quarto, ou porque entretanto despertou e lembrou-se que quer fazer xixi, e depois quer a mãe, mas quando a mãe vem, lembra-se que afinal quer é o pai. De manhã levantamo-nos todos a toque de caixa, pálidos (característica de família), olheirentos, trombudos e resmungões. Pede Nestum mas depois lembra-se que afinal quer Cerelac. Come metade e diz que quer que seja a mãe a dar o resto. A mãe não pode, foi tratar da maquilhagem a ver se disfarça esta cara de nem eu sei bem de quê. Mais uma choradeira porque quer a mãe. Lá me rendo à birra depois de olhar para o relógio. Vou para acabar de lhe dar o pequeno almoço e mais uma vez lembra-se que afinal quer antes o pai, e eu já a dar em doida logo às 8h30 da manhã. Ah, afinal já não quer mais Cerelac. Siga. Agarro nele, lavo-lhe a cara, dentes e mãos. Mesmo maquilhada, a minha cara devia estar de meter medo a um susto, porque ele olhou-me com pena, deu-me um beijo e disse "escupa". Visto-lhe o casaco sem ter ainda conseguido sorrir-me, tal era já o meu cansaço àquela hora. "A mamã 'tá feliz?" - pergunta-me. "Está João, mas podia estar mais se te portasses melhor."
Tem dias em que perco a paciência com ele. Mas eu compreendo-o bem. Também fico insuportável quando tenho sono ou quando sou acordada de manhã. Ou quando sinto falta dos que amo. A verdade é que as férias acabaram e voltamos à rotina de estarmos juntos 1/2horas por dia. E ele andou tão feliz nas férias!... Tem sono, tem saudades, tem falta de mimo. A verdade é essa.
Tem dias em que tudo parece virado do avesso. Em que parece que não conseguimos aproveitar de jeito o pouco tempo que temos.
Tem dias em que só me apetece chorar quando o vejo sair de casa de manhã com o pai. Dias em que o levar à escola soa mais a depositá-lo, larga-lo ali para mais um dia de treta.
Preciso de um café.
Ou de dois.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Entrámos em 2014
com o já tão nosso dia do pijama. O dia 1 de cada ano é passado em casa, em modo dolce far niente, e por isso, andamos o dia todo de pijama a deambular pela casa ou simplesmente alapados no sofá. É o único dia do ano em que nos permitimos esse desleixo, mas sabe-nos sempre pela vidinha. Comemos as sobras da noite de fim de ano, rapámos tudo o que é doce e que ainda existia no frigorifico, vimos o Ressaca 2, brincámos com o piqueno e os seus brinquedos novos, dormimos mini-sestas... foi uma maravilha. Um verdadeiro descanso para o corpo e para a cabeça.
Gosto de começar assim o ano. Sossegada.
Sem conversas de circunstância.
Sem fretes.
Sem toilettes xpto nem maquilhagem.
No dia 1 não há cá combinações com ninguém, nem se recebem visitas em casa.
É como se fosse o recuperar o fôlego para começar um novo ano, na esperança que seja melhor que o ano que passou.
Feliz 2014 a todos!
domingo, 29 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
O nosso Natal
O nosso Natal foi bom, apesar de ficar sempre com a sensação que passou depressa demais. Acho que uma semaninha de férias nesta altura teria sido o ideal, para saborearmos melhor a coisa, mas não pôde ser. Temos pena.
Já foi muio bom termos a família toda à mesa, com muita saúde, boa comida (as rabanadas estavam deliciosas!) e ainda a boa nova de mais um priminho -ou priminha!- que dentro de meses se juntará a nós.
Mas a maior alegria de todas foi ter a minha mãe, como sempre a tive nestes dias, com força e saúde, a comandar as tropas na cozinha (ninguém sabe fazer uma açorda de polvo assim), a preparar tudo para nos sentirmos acolhidos e confortáveis, a cumprir a sua função de ajudante de Pai Natal a que sempre nos habituou, de barrete enfiado, na distribuição dos presentes. Quando há uns tempos atrás a vi tão doente, cheguei a pensar neste Natal, em como ia ser. E graças a Deus foi um Natal feliz, igual a todos os outros que temos tido.
Graças a Deus e a ela, que é uma lutadora.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
A malta do Sul
come fatias douradas no Natal. Soube-o agora. Deduzo que seja uma fatia de pão gourmet, polvilhada de canela, com um leve fio de calda de açucar só mesmo para enfeitar o prato (credo! córrore que esse açucar engorda tanto!). Tão chique que é.
Nós, os de cá de cima, comemos rabanadas. Bem encharcadinhas, que é como elas sabem bem.
E é por estas e por outras que nunca me dei a viver longe deste calor nortenho. É que até nestas pequeninas coisas somos mais esquentorados. E como eu gosto de calor.
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