O meu rico filho, que ultimamente andava meio brutinho a brincar com os outros meninos, está apaixonado. E agora, por conta deste seu primeiro amor, todo ele é mel. São abraços de 5 em 5 minutos, beijinhos, festinhas, mão dada, enfim, uma meiguice pegada.
Quando começa a dizer o nome dos amiguinhos, a "Sussu" vem sempre em primeiro.
Na escola, ele é sempre o último a acordar da sesta. Mas um destes dias, contou-me a Educadora, foi ele o primeiro. Levantou-se e foi fazer festinhas à Sussu. Mas a Sussu não acordou. Então ele abraçou-a, aninhou-se ao lado dela, e voltou a adormecer...
sexta-feira, 17 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
O que realmente importa
Para mim, o que realmente me importa é a minha família. A saúde dos meus. A felicidade dos meus. O bem-estar deles. O tempo que dedicamos uns aos outros. Estarmos todos juntos.
Os stresses do trabalho, a casa, o carro, as carteiras e outras tretas que tal, não são, na hora da verdade, nada mais do que isso mesmo: tretas. Na hora da verdade, só queremos é crescer juntos e partilharmos as nossas vidas durante muitos e muitos anos.
Numa família, na nossa família, o amor funciona assim.
E por isso a/os compreendi tão bem...
Os stresses do trabalho, a casa, o carro, as carteiras e outras tretas que tal, não são, na hora da verdade, nada mais do que isso mesmo: tretas. Na hora da verdade, só queremos é crescer juntos e partilharmos as nossas vidas durante muitos e muitos anos.
Numa família, na nossa família, o amor funciona assim.
E por isso a/os compreendi tão bem...
quarta-feira, 15 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Sou mole, pronto.
Sou uma mãe mole. Uma mãe mole com um filho irresistível. E é ao final do dia que atinjo o pico da moleza.
Os meus finais de dia são o meu tempo mais feliz. Aquece-me o coração abrir a porta de casa e ouvir os seus passos apressados na minha direcção. Vem sempre a correr. E sempre a rir. Atira-se sempre para o meu colo, e eu pego logo nele e abraço-o. Sempre. Mesmo que venha carregada de tralhas e me doam as costas. Gosto tanto do cheiro seu pescoço...
Na hora do banho chapinha entusiasticamente na água, com força, eufórico. E eu... eu deixo. Mesmo que acabe ensopada e hirsuta. Porque ver a alegria com que se diverte deixa-me em êxtase. Vê-lo feliz. É muito bom.
Invento não sei quantas mil coisas para conseguir vestir-lhe o pijama, penteá-lo, calçar-lhe as pantufas. Ele pega no creme, já consegue abri-lo sem ajuda, e começa a espalha-lo na minha cara. E eu deixo. Sempre. Mesmo que metade acabe no meu cabelo. Ou na minha roupa. Mesmo que seja aquele creme xpto. Deixo porque o faz enquanto olha para mim com o ar mais doce do mundo, e eu não posso (nem quero!) perder este momento de ternura.
Todos os dias, depois de jantar, pede-me que lhe leia uma história. Traz o livro, sempre o mesmo livro, e salta para o meu colo. Leio-lhe a mesma história várias vezes seguidas. Faço-lhe a vontade. Mesmo que tenha ainda não sei quantas tarefas pela frente antes de me poder deitar. Porque tê-lo assim, bem comportado e atento no meu colo, me enche de orgulho.
Está crescido, o meu menino.
Os meus finais de dia são o meu tempo mais feliz. Aquece-me o coração abrir a porta de casa e ouvir os seus passos apressados na minha direcção. Vem sempre a correr. E sempre a rir. Atira-se sempre para o meu colo, e eu pego logo nele e abraço-o. Sempre. Mesmo que venha carregada de tralhas e me doam as costas. Gosto tanto do cheiro seu pescoço...
Na hora do banho chapinha entusiasticamente na água, com força, eufórico. E eu... eu deixo. Mesmo que acabe ensopada e hirsuta. Porque ver a alegria com que se diverte deixa-me em êxtase. Vê-lo feliz. É muito bom.
Invento não sei quantas mil coisas para conseguir vestir-lhe o pijama, penteá-lo, calçar-lhe as pantufas. Ele pega no creme, já consegue abri-lo sem ajuda, e começa a espalha-lo na minha cara. E eu deixo. Sempre. Mesmo que metade acabe no meu cabelo. Ou na minha roupa. Mesmo que seja aquele creme xpto. Deixo porque o faz enquanto olha para mim com o ar mais doce do mundo, e eu não posso (nem quero!) perder este momento de ternura.
Todos os dias, depois de jantar, pede-me que lhe leia uma história. Traz o livro, sempre o mesmo livro, e salta para o meu colo. Leio-lhe a mesma história várias vezes seguidas. Faço-lhe a vontade. Mesmo que tenha ainda não sei quantas tarefas pela frente antes de me poder deitar. Porque tê-lo assim, bem comportado e atento no meu colo, me enche de orgulho.
Está crescido, o meu menino.
Romantismo matinal
(Enquanto eu me lambuzava com um pão com queijo e marmelada ao pequeno almoço)
Ele: Tens a cara suja.
Eu: Hum.
Ele: Estás cheia de farinha.
Eu: Hum.
Ele: Pareces uma padeira.
Eu: É?!? Também me pareço com uma padeira noutras coisas!!
Ele: Pareces? Em quê?
Eu: Olha, no cú!
Ele: Tens a cara suja.
Eu: Hum.
Ele: Estás cheia de farinha.
Eu: Hum.
Ele: Pareces uma padeira.
Eu: É?!? Também me pareço com uma padeira noutras coisas!!
Ele: Pareces? Em quê?
Eu: Olha, no cú!
terça-feira, 7 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
O meu dia da mãe
Foi bom, muito bom, porque este ano consegui estar de folga e passar o dia com a minha cria!
Fizemos um mega piquenique em família e foi o delírio para ele ter tantos primos para brincar! E para correr. E saltarem para cima uns dos outros (porque é que os rapazes só sabem brincar assim???). E jogar à bola. E dar pão aos patinhos. E ver os pássaros voar sobre nós e ouvi-los cantar. E poder correr livre. E respirar a natureza. E namorar.
Um dia feliz, marcado apenas pela tristeza de estar longe da minha mãe e não lhe ter dado aquele abraço que ela tanto merece. Um beijo para a minha mãe.
Grande.
Com saudades.
Muitas. Muitas saudades.
Fizemos um mega piquenique em família e foi o delírio para ele ter tantos primos para brincar! E para correr. E saltarem para cima uns dos outros (porque é que os rapazes só sabem brincar assim???). E jogar à bola. E dar pão aos patinhos. E ver os pássaros voar sobre nós e ouvi-los cantar. E poder correr livre. E respirar a natureza. E namorar.
Um dia feliz, marcado apenas pela tristeza de estar longe da minha mãe e não lhe ter dado aquele abraço que ela tanto merece. Um beijo para a minha mãe.
Grande.
Com saudades.
Muitas. Muitas saudades.
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