Vê-lo crescer em família, feliz e amado, fez-me ver as coisas como elas têm que ser vistas: nenhuma criança gosta mais de crescer numa instituição (por muito bem cuidadas que as crianças sejam nas instituições) do que numa casa, num lar. Nenhuma criança prefere não ter um pai, se em vez disso até pode ter dois.
Acham que uma criança prefere crescer órfã, em vez de ter duas mães a dedicar-lhe exclusivamente todo o seu amor?? E se ainda pudermos somar a tudo isso a possibilidade de descobrir o que é um colo de uma avó?
O amor, o aconchego de uma família é o que de mais importante podemos dar a uma criança. E isso, senhores, isso deveria estar acima de tudo o resto.
Portanto, não me lixem. Nem me venham com as conversas de treta de que os outros meninos vão gozá-los na escola. Talvez esteja é na hora de alguns pais desses meninos deixarem de ser preconceituosos e começarem a educar os filhos para a não discriminação.
Por isso espero, sinceramente, que em breve a adopção de crianças possa ser plena no nosso país, seja ela monoparental, por casais hetero ou homossexuais.
3 comentários:
concordo. do princípio ao fim.
BRAVO!!! Não preciso de dizer mais nada....
CLAP-CLAP!
Onde posso assinar?!?!
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